sexta-feira, 3 de abril de 2009

Ser santo de calça jeans!

Ser santo de calça jeans
A coragem de tomar decisões definitivas
Ser jovem é muito bom. É nessa fase da vida que nossos sonhos desabrocham, é nessa fase da vida que queremos mudar tudo e todos.
Uma fase de fazer a diferença!
"Deus faz a diferença. Mais ainda: Deus nos faz diferentes, nos faz novos" (Bento XVI).
Unir minha jovialidade à certeza de que Deus está comigo é totalmente possível, Ele não me tira nada, pelo contrário, me dá tudo! Ele se faz meu amigo no presente e tem a minha história na Sua mão: nela segura firmemente o meu passado, com as fontes e os alicerces do meu ser; nela guarda ansiosamente o futuro e me faz vislumbrar a mais bela alvorada de toda a minha vida. É com essa mão forte que conto quando caio e não quero ficar largado no chão. Ele tem a voz que ecoa no silêncio do meu coração me acordando para a vida.
"Quando o jovem não se decide, corre o risco de ficar uma eterna criança!" (Bento XVI).
Não quero ser criança, quero crescer! Quero me decidir! Hoje me decido a ser santo! Santo de calça jeans.
Tomo a coragem de ter decisões definitivas porque sei que, na verdade, são as únicas que não destroem a minha liberdade, mas criam a justa direção, possibilitando-me seguir em frente e alcançar algo de grande na vida. Algo que me é garantido!
A vida eterna!
Dentre todas as minhas decisões! Encontra-se esta:
Quero ser santo de calça jeans.
Quero estar no mundo; e saber saborear as coisas puras e boas do mundo, mas que não quero ser mundano! Sou cristão! Sou católico! E me decido a amar esta Igreja que é viva e é jovem!
E você, qual a sua decisão?
Adriano Gonçalves (missionario da Canção Nova)

segunda-feira, 9 de março de 2009

Utopia - Padre Zezinho

Utopia - Padre Zezinho

Das muitas coisas
Do meu tempo de criança
Guardo vivo na lembrança
O aconchego de meu lar
No fim da tarde
Quando tudo se aquietava
A família se ajuntava
Lá no alpendre a conversar
Meus pais não tinham
Nem escola e nem dinheiro
Todo dia o ano inteiro
Trabalhavam sem parar
Faltava tudo
Mas a gente nem ligava
O importante não faltava
Seu sorriso, seu olhar
Eu tantas vezes
Vi meu pai chegar cansado
Mas aquilo era sagrado
Um por um ele afagava
E perguntava
Quem fizera estrepolia
E mamãe nos defendia
E tudo aos poucos se ajeitava
O sol se punha
A viola alguém trazia
Todo mundo então queria
Ver papai cantar pra gente
Desafinado
Meio rouco e voz cansada
Ele cantava mil toadas
Seu olhar no sol poente
O tempo passaE eu vejo a maravilha
De se ter uma família
Enquanto muitos não a tem
Agora falam
Do desquite, do divórcio
O amor virou consórcio
Compromisso de ninguém
Há tantos filhos
Que bem mais do que um palácio
Gostariam de um abraço
E do carinho de seus pais
Se os pais amassem
O divórcio não viria
Chame a isso de utopia
Eu a isso chamo paz.
http://www.youtube.com/watch?v=V30jzpTVFPo

Pensemos nessa música , e lutamos pelo valor das famílias e valorizamos a nossa a cada dia.
Eu siceramente amo e me orgulho por ter nascido em uma família simples mas que preserva valores e me ensinaram valores cristãos e a lutar por uma sociedade justa e fraterna e a dedicar em tudo que faço com amor e carinho.

Pense Nisso

E faço um desafio me escreva contando um pouco de sua família a que mas me tocar será puclicada no blog. mande para: alinefrederico_16@hotmail.com

Tamu Junto ....

Aline Frederico

sexta-feira, 6 de março de 2009




A Semente da Verdade
Certa vez um forasteiro ao passar por uma estalagem, entrou e sentou-se numa das mesas. Uma jovem que ali servia aproximou-se de si, cumprimentando-o enquanto lhe entregava o menu. Este pediu uma refeição ligeira que a jovem anotou.
Depois de ter comido, o forasteiro reparou que não trazia consigo dinheiro, pedindo à jovem que chamasse o estalajadeiro. Quando este se aproximou, disse-lhe:
«Não trago comigo dinheiro com que possa pagar esta refeição, mas se aceitardes poderei oferecer-vos estas duas sementes que contêm em si a Verdade Suprema e que me foram entregues directamente por Deus».
O estalajadeiro, honrado com tal oferta, aceitou.
Antes de sair, o forasteiro chamou a jovem que o tinha atendido de forma simpática e acolhedora, oferecendo-lhe, sem que ninguém o soubesse, a terceira semente que trazia consigo.
O estalajadeiro pegou então nas duas sementes e colocou uma dentro de um cofre e a outra num pedestal do templo para que a população pudesse louvar a Verdade Maior.
A terceira semente, aquela que o forasteiro dera à jovem que servia na estalagem, foi lançada à terra e regada com o amor que essa jovem dedicou a tal tarefa. E enquanto as pessoas se reuniam no templo para louvar a semente da Verdade Maior, e o grupo mais restrito se reunia secretamente para adorar a semente guardada no cofre, a jovem limitava-se caminhar até ao quintal onde, todos os dias, ia regar a pequena semente.
E os anos passaram...
O culto à semente do templo cresceu e espalhou-se pela região. Muitas eram pessoas, multidões imensas, que todos os anos caminhavam até ao templo para irem fazer as suas preces e os seus pedidos.
O outro culto, o da semente guardada no cofre, mais reservado, secreto e misterioso, crescia também, trazendo até ao núcleo central, depois de provas de admissão e rituais vários, muitas pessoas da região.
E enquanto os dois cultos cresciam, a jovem que trabalhava na estalagem passava parte do seu tempo a cuidar da semente que, entretanto, se transformara numa bonita árvore.
E foi então que um grande burburinho se levantou naquela aldeia quando foi anunciada a chegada de um enviado de Deus. Ele, o mesmo homem que anos antes entregara as sementes, entrou na estalagem e sentou-se numa das mesas.
O estalajadeiro, honrado com tal visita, dispensou todos os empregados para que fosse ele o único a servir aquele homem. Foi então que este, ao recusar o menu, disse:
«Servi-me a Verdade».
O estalajadeiro foi então buscar as duas sementes, trazendo-as até si:
«Aqui está a Verdade, Senhor».
O forasteiro olhou para ele confuso, dizendo:
«O que me serves, homem? Achais mesmo que posso comer estas sementes?»
Ao que o estalajadeiro respondeu:
«Mas, Senhor, não me haveis pedido para vos servir a Verdade? Ela aqui está; as sementes que me haveis oferecido.»
O homem levantou-se desapontado, dizendo, enquanto saía:
«Quando eu vos ofereci essas sementes elas eram a verdade, mas hoje a verdade é outra.»
E saiu da estalagem com fome, caminhando pela rua principal da aldeia.
Foi então que, ao passar pelo quintal de uma casa mais afastada, ele viu uma árvore robusta e, junto desta, uma jovem. Aproximou-se.
«Que árvore bonita...», disse ele num leve sorriso.
«Sim, mestre!», respondeu a jovem, reconhecendo-o. «Nasceu da semente que me haveis oferecido anos antes».
Ela aproximou-se então da árvore colhendo alguns frutos que lhe ofereceu, dizendo:
«Aqui está a Verdade que procurais».
Ele sorriu, retorquindo:
«Agora que haveis compreendido, não guardeis esses frutos num cofre para os proteger, nem os coloqueis num pedestal para os adorar, mas doai-os ao mundo para que no mundo uma nova verdade possa nascer.»
E aquele enviado de Deus partiu satisfeito, e sem fome, porque pelo menos uma pessoa tinha compreendido a razão da sua missão, e assim sendo, novos frutos, germinados de uma árvore nascida das mãos sábias de quem soube compreender a verdadeira razão de ser uma semente, iriam ser doados ao mundo saciando-o de uma longa fome.Autor Desconhecido

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Ser Semente...

Ser Semente nos dias de hoje, é assumir com profundidade a VOCAÇÃO;
Ser Semente é fazer brotar a FÉ e a ESPERANÇA
no coração daqueles que já nem crêem mais;
Ser Semente é mostrar que mesmo nas diferenças podemos TRANSFORMAR;
Ser Semente é acender uma LUZ àquele que está aflito;
É dar ALEGRIA a quem não sorri mais;
É fazer com que nosso IRMÃO sinta um ombro AMIGO;
É tirar da dor para a CORAGEM;
Ser Semente é TRANSFORMAR o ambiente onde vivemos ou CONVIVEMOS;
Ser Semente é deixar-se PLANTAR;
É receber o calor da GRAÇA, da VIDA;
É deixar-se aos cuidados de DEUS,
pois ELE é o Senhor de todas as coisas, da nossa VIDA.
ELE que nos concede, a cada dia, mais um dia;
É ELE que transforma nosso lar, nosso trabalho, nossa FAMÍLIA;
Deixamos Sementes, ONTEM?
Semeamos Sementes, HOJE?
O que colheremos AMANHÃ?

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

"Escolho tudo!!!"

Santa Terezinha do Menino Jesus conta em História de uma alma(seu Diário), que sua amiga Leônia julgando-se muita crescida, decide dar suas bonecas a Tereza e a Celina, sua irmã. Celina pegou a menor parte, mas quando chegou a vez de Tereza, ela não pensou duas vezes e disse:"Escolho tudo", onde se apoderou da cesta sem nenhuma formalidade, e ela a nos trás esta reflexão:



"...Este pequeno episódio de minha infância é o apanhado de toda a minha vida. Mais tarde, quando se me tornou evidente o que era perfeição, compreendi que para se tornar santa era preciso sofrer muito, ir sempre atrás do mais perfeito e esquecer-se de si mesmo. Compreendi que na perfeição havia muitos graus e que cada alma era livre no responder às solicitações de Nosso Senhor, no fazer muito ou pouco por Ele, numa palavra num escolher entre os sacrifícios que exige. Então como nos dias de minha primeira infância, exclamei: "Meu Deus, escolho tudo." Não quero ser santa pela metade. Não me faz medo sofre por Vós a única coisa que me dá receio é de ficar com minha vontade. tomai-a vós, pois "Escolho tudo" o que vós quiserdes!..."



É assim que esta doutora buscou o Senhor, nas lembranças de sua infância, será que não está no momento de voltarmos aos primeiros dias com o Senhor?ao lugar do encontro?

O Senhor nos chama a ser Santo, mas definitivamente, não queira mos ser pela metade, ou de vez em quando, queiramos ser sempre, claro que será difícil, comece aos poucos, quando estamos com fome não comemos muito alimento de uma vez só, é colocado aos poucos: Alimentemo-nos do Senhor!!!

Comecemos em casa, na escola, no trabalho, na faculdade, sejamos gentis!!!!

Pois se formos fiéis no pouco o Senhor nos confiará mais!!!





Tamu junto,



Leticia!!

Ou santos ou santos!!

sábado, 7 de fevereiro de 2009

O que é amar?


Há no ar uma 'caricatura' do amor


O namoro é um aprendizado do amor. Fomos criados para viver esse sentimento. Sem ele o homem e a mulher não podem ser felizes. Mas, afinal, o que é amar? O que leva muitos casamentos ao fracasso é a noção falsa que se tem do amor hoje. Há no ar uma “caricatura” do amor. Se eu lhe der uma nota de cem reais falsa, você não aceitará, pois ela não vale nada, e você ainda poderia ser incriminado por causa dela. Se você construir uma casa usando cimento falsificado, cuidado porque ela poderá desabar sobre a sua cabeça. Da mesma forma, se você levar para o casamento um amor falso, ele certamente desabará, pois o “cimento” da união é o amor. Para mostrar bem claro o que é amar, vamos iniciar mostrando o que não é amar. Amor não é egoísmo, isto é, preferência por mim, mas pelo outro. Se você come uma fruta com gosto, não pode dizer que a ama. Se você treme de paixão diante de uma menina e lhe diz : “eu te amo”, esteja certo de que você está mentindo, pois essa tremedeira é sinal de que você quer saciar o seu ego desejoso de prazer. Isso não é amor, é paixão carnal, é egoísmo. Se você está encantada com a beleza dele e se desdobra em declarar o seu amor por ele, saiba que isso também não é ainda amor, pois amor não é pura emoção ou sentimento.

Amar é muito mais do que isso, pois não é satisfazer a si mesmo, mas ao outro. Quando você disser a alguém “eu te amo”, esteja certo de que você não quer a sua própria satisfação ou felicidade, mas a do outro. Cuidado com as “caricaturas” do amor, porque estas são falsas e não podem fazer a felicidade do casal. Todo jovem tem sede de amar, mas, muitas vezes, o seu amor é mascarado e se apresenta falso e perigoso. Amar não é apoderar-se do outro para satisfazer-se; é o contrário, é dar-se ao outro para completá-lo. E para isso é preciso que você renuncie a si mesmo, esqueça de si mesmo. Você corre o risco de, insatisfeito, querer apaixonadamente agarrar aquilo que lhe falta; e isso não é amar. Assim o amor morre nas suas mãos. Você só começará a compreender o que é amar quando a sua vontade de fazer o bem ao outro for maior do que a sua necessidade de tomá-lo só para si, para se satisfazer.

As paixões sensíveis da adolescência não são o autêntico amor, mas a perturbação de um jovem que encontra diante de si os encantos e a novidade da masculinidade ou da feminilidade. É fácil entender que aqueles que quiserem construir um lar sobre esse chão de emoções estarão construindo uma casa sobre a areia. Muitos casamentos desabaram porque foram realizados “às cegas”, sem preparação para que houvesse harmonia, sem o aprendizado do amor. Amar é dar-se, ensina-nos Michel Quoist. É dar a si mesmo ao outro para completá-lo e construí-lo. Mas para que você possa verdadeiramente dar-se a alguém, você precisa primeiro “possuir-se”. Ninguém pode dar o que não possui. Se você não se possui, se não tem o domínio de si mesmo, como, então, você quer dar-se a alguém?

Se o seu coração bate acelerado diante de alguém que o atrai, isso é sensibilidade, não chame ainda de amor. Se você perdeu o controle e se entregou a ele, isso é fraqueza, não chame isso ainda de amor. Se você está encantada com a cultura dele, fascinada pela sua bela carreira e já não consegue mais ficar sem a conversa dele, isso é admiração, ainda não é amor. Mesmo que você esteja, até às lágrimas, diante de um fato chocante, isso é mais sensibilidade do que amor. Amar não é “ser fisgado” por alguém, “possuir” alguém ou ter afeição sensível por ele, ou mesmo render-se a alguém. Amar é, livre e conscientemente, dar-se a alguém para completá-lo e construí-lo. E isso é mais do que um impulso sensível do coração; é uma decisão da razão. Por isso, amar é um longo aprendizado, não é uma aventura como a maioria pensa. Não se aprende a amar trocando a cada dia de parceiro, mas aprendendo a respeitá-lo, tanto no corpo quanto na alma. Amar é uma decisão. E a decisão não é tomada apenas com o coração, empurrado pela sensibilidade. A decisão é tomada com a razão.

Quando amamos de verdade, nos tornamos livres de fato, pois o amor nos liberta de nós mesmos e das coisas que nos amarram.

Felipe Aquino

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Amar é simplesmente doar!


Se a fosse frase a cima fosse tão fácil assim, não viria esses um questionamentos, porque que nosso orgulho não nos deixa doar-se ao outro? Porque não amamos as pessoas que nos damos bem? Se Jesus nos diz: “Ame teu próximo com a ti mesmo!”.

É difícil saber por que somos tão mesquinhos de amor, temos um coração cheio de amor para entregar a nosso próximo e muitas vezes entregamos só para quem está perto de nós e que nos faz tão bem. E amar é doar-se da maneira que você doa a quem te faz bem, não precisamos demonstrar a uma pessoa que não é muito próxima aquilo que demonstramos ao nossos amigos, que é diferente de amar quem você já conhece, uma das coisas que devemos fazer é respeita-la como ela é, não criar preconceito, ser generoso, dar aquele sorriso a uma pessoal cabisbaixa.

Não é um amor tão intenso, como com nossos amigos e família, mas um amor saudável.

Amando seremos pessoas melhores e obedeceremos ao que DEUS nos pede “Ama teu próximo como a ti mesmo”. Obediência é uma virtude que DEUS nos entrega para que usarmos nosso livre arbítrio, mas sempre obedecendo os mandamentos e os ensinamentos de Jesus em nosso dia - dia.

Talvez devemos em nosso dia - dia pensar como Santa Terezinha: “Quero viver o céu aqui na terra fazendo o bem” e acrescento a frase amando.

Aline Frederico.