domingo, 4 de dezembro de 2016

Buscai hoje o Senhor, que se deixa encontrar!

Buscai hoje o Senhor, que se deixa encontrar!

Paz e Unidade!

Uma das frases bíblica que muito me chama atenção é essa frase: "Buscai hoje o Senhor, que se deixa encontrar!", neste tempo da Advento, tempo propicio para refletirmos essa frase pois tempo de nos adentrar no mistério de salvação que Deus enviou seu filho Jesus para nos salvar e a mostrar para humanidade que possível viver na terra os planos do Senhor para nós.
Pense na vida de Jesus, sua passagem aqui na terra quantas bençãos e providência aconteceu durante essa jornada, nasceu de uma família simples, mas que soube cumprir a vontade do Deus para vida deles Maria e José grande protagonista de uma grande história, essa família soube buscar o  Senhor cada dia e cumprir os propósitos e sonhos.
E nós como estamos buscando o Senhor, buscando ser protagonista da sociedade atual? Estamos a cada dia  entender e compreender a vontade do Senhor?
Buscamos seguir os caminhos de Jesus Cristo, que nós da todos dias  nova chande de sermos melhores para reino eterno que dia chegaremos, nosso destino é o  Céu,  construamos já nessa vida convido nesse advento renovarmos nossa esperança de que Jesus nascerá para novo em nos na humanidade, na sociedade onde  convivemos, em nossas casas, para nossos amigo a decisão dessa busca depende de nós.
Eu hoje faço esse propósito de aceitar o vontade do Senhor mais um Natal, pois Jesus tem nascer em nós para alegria, para esperança, para amor, para novos sonhos e caminhos ...

Um Advento abençoado estamos na segunda semana ainda e tempo de buscarmos o Senhor e renovar nossa esperança nesse advento para que  nossa Natal seja um verdadeiro nascimento de Cristo em nossos corações!

Na unidade, Aline Frederico, Cdp.
Missionária da Comunidade Deus Proverá.

sábado, 8 de outubro de 2016

Testemunho: Pessoas Grandes.. Nasceram Pequena -

Neste mês missionário trarei testemunhos de algumas pessoas que deixaram que Deus fizessem grande missão em suas vidas e transformassem seu viver:
Trago nessa semana o testemunho de jovem  que é escritor no blog comigo, um jovem que aos poucos aceitou chamado de Deus para sua vida, foi se deixando lapidar eu acompanhei , sua trajetória que o Senhor  mostrou que seus planos maiores, tinha  chamado para linda  missão.
Hoje esse jovem é discípulo contemplativo da Comunidade Deus Proverá, e se esforça para cumprir sua missão  e vocação, Deus chama ele  a ousadia mais aos poucos sua timidez vai deixar que ele de passos cada dia mais...
Esse Jovem chama João Gabriel, e   um grande amigo e meu  namorado e esta em formação para ser consagrado ao carisma Deus Proverá , que tem como carisma Viver e Promover Unidade.
Ele escreveu através de uma reflexão seu testemunho conheça mais sobre esse ele:

Pessoas Grandes.. Nasceram Pequena


"Superar é preciso, seguir em frente é essencial, olhar para trás e perda de tempo, passado se fosse bom era presente" (Clarice Lispector)

A Vida é curta e frágil, mas muitas pessoas não sabem disso, principalmente muitos jovens, eu era um desses jovens, A vida é como erva que de manhã floresce e a tarde fica seca,  o sentimento de que nada  pode nos acontecer, e que não precisamos de ninguém quando se está pleno nos leva a inúmeros erros, quedas que nós faz despertar para quanto se está sendo imaturo.
Como se lê no salmo "Deus eu sei que tu me sondas " , e ele sonda mesmo, e nos acha onde estivermos e da forma que estivermos ele me achou, veio revestido como uma Jovem que te convida a conhecer Deus diferente de como mundo o apresenta. Nenhum de nós nasceu para viver sobre peso de vícios, de influencias de má companhias, fazer coisas desagradáveis  ao criados de todas as coisas, não nasci para corresponder expectativas, mas para ser feliz, para dar certo, é incrível como isso nos é revelado quando nós colocamos aos pés de Jesus.
Descobri que tenho uma vocação, vocação de ser pleno em Deus, ser feliz não te não ter uma vida perfeita mas deixar de ser vitima dos problemas e se tornar autor da própria história. Hoje  sou quase um consagrado em um carisma, numa comunidade que abriu as portas e o coração para mim, me ajudou a me curar de minha história e seguir em frente. Até onde posso, vou deixando o  melhor de  mim, se alguém não viu, foi  porque não me sentiu com o coração.
Para realizar coisas grandes ... Comece pequeno.

Paz e Unidade!

João Gabriel de Britto Santos

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Santos exemplos de Vida para nós: São Francisco de Assis

Santos exemplos de Vida para nós: São Francisco de Assis

São Francisco de Assis além de ser baluarte da Comunidade qual faço parte também em minha caminhada me acompanha, sua história em muitos momentos me fez refletir, durante meus primeiro anos de formação na comunidade livros de São Francisco foi me entregue para estudar duas vezes, não sei ao certo porque mas acredito são desígnios de Deus para minha missão, ele se tornou um Santo Protetor e um grande exemplo para minha vida.
Sua entrega total a Deus é algo que admiro, seu desposamento, sua humildade e radicalidade a viver a pobreza .
Pouco de sua História:
Neste dia, fazemos memória a São Francisco de Assis, o mais santo dos italianos, que renunciou toda a riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”
Francisco nasceu em Assis, na Úmbria (Itália) em 1182. Jovem orgulhoso, vaidoso e rico, que se tornou o mais italiano dos santos e o mais santo dos italianos. Com 24 anos, renunciou a toda riqueza para desposar a “Senhora Pobreza”.
Aconteceu que Francisco foi para a guerra como cavaleiro, mas doente ouviu e obedeceu a voz do Patrão que lhe dizia: “Francisco, a quem é melhor servir, ao amo ou ao criado?”. Ele respondeu que ao amo. “Porque, então, transformas o amo em criado?”, replicou a voz. No início de sua conversão, foi como peregrino a Roma, vivendo como eremita e na solidão, quando recebeu a ordem do Santo Cristo na igrejinha de São Damião: “Vai restaurar minha igreja, que está em ruínas”.
Partindo em missão de paz e bem, seguiu com perfeita alegria o Cristo pobre, casto e obediente. No campo de Assis havia uma ermida de Nossa Senhora chamada Porciúncula. Este foi o lugar predileto de Francisco e dos seus companheiros, pois na Primavera do ano de 1200 já não estava só; tinham-se unido a ele alguns valentes que pediam também esmola, trabalhavam no campo, pregavam, visitavam e consolavam os doentes. A partir daí, Francisco dedica-se a viagens missionárias: Roma, Chipre, Egito, Síria… Peregrinando até aos Lugares Santos. Quando voltou à Itália, em 1220, encontrou a Fraternidade dividida. Parte dos Frades não compreendia a simplicidade do Evangelho.
Em 1223, foi a Roma e obteve a aprovação mais solene da Regra, como ato culminante da sua vida. Na última etapa de sua vida, recebeu no Monte Alverne os estigmas de Cristo, em 1224.
Já enfraquecido por tanta penitência e cego por chorar pelo amor que não é amado, São Francisco de Assis, na igreja de São Damião, encontra-se rodeado pelos seus filhos espirituais e assim, recita ao mundo o cântico das criaturas. O seráfico pai, São Francisco de Assis, retira-se então para a Porciúncula, onde morre deitado nas humildes cinzas a 3 de outubro de 1226. Passados dois anos incompletos, a 16 de julho de 1228, o Pobrezinho de Assis era canonizado por Gregório IX.
São Francisco de Assis, rogai por nós!
Tirado do site: http://santo.cancaonova.com/santo/sao-francisco-de-assis-o-santo-que-desposou-a-pobreza/

Apenas um raio de sol é suficiente para afastar várias sombras.(São Francisco de Assis)

Na Unidade Aline Frederico, Cdp. 

domingo, 2 de outubro de 2016

 

Minha alma tem peso da luz!
 
"Minha alma tem o peso da luz. Tem o peso da música. Tem o peso da palavra nunca dita, prestes quem sabe a ser dita. Tem o peso de uma lembrança. Tem o peso de uma saudade. Tem peso de um olhar. Pesa como pesa uma ausência. E a lágrima que não se chorou. Tem o imaterial peso da solidão no meio de outros." ( Clarice Lispector)

Se não for edificar não diga pois existem pessoas que nos inspiram, outras que nos fazem bem, e aquelas que simplesmente sem pedir licença chegam e tocam a nossa alma. Medir as palavras que você dia a alguém é essencial já que a vida pode fazer as engolir um dia.
As palavras podem machucar ou edificar, e as pessoas, principalmente quem nos que bem são importantes de mais, e temos que ter cuidado para não machuca - las. Um irmão é uma amigo que Deus  lhe deu já um amigo é um irmão que seu coração escolheu. É importante fazer a vida valer a pena antes que seja tarde.
Que os beijos nos tragam a calma, que o afeto nos cure a alma, que o carinho permaneça, que a gentileza prevaleça, a que as coisas boas se multipliquem.

Paz e unidade
 
João Gabriel de Britto Santos

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Mês da Bíblia

Mês da Bíblia 

"A Bíblia é a palavra de Deus semeada no meio do povo..."

Mês que dedicamos a Bíblia, devemos  lembrar quanto ela é preciosa para nossa fé, com ela vemos tantos testemunhos e aprendizados sobre diversos temas, e ainda lemos sobre as obras e vida de Jesus e seus discípulos.
Em um de meus estudo sobre Fundamento Histórico do Serviço Social matéria na qual vejo faculdade faço Serviço Social, via a poucos dias sobre vida de Jesus de uma forma diferente, Jesus foi um grande exemplo de promotor social mostra muitas vezes a nós em diversas realidade que existe na sociedade diversas forma de agir e ajudar , me chamou muita atenção esse olhar  dentro de um estudo de faculdade.A bíblia base também hoje para as profissões em especial para areá de humanas.
Valorize esse livro, seja um leitor assíduo das sagradas escrituras , pois com  ela teremos cada dia descobertas e aprendizados e nossa fé será cada dia alicerçada na palavra de Deus.

Na Unidade Aline Frederico, Cdp.

domingo, 4 de setembro de 2016

Santos Exemplo de Vida Para Nós: Santa Teresa de Calcutá

Paz e Unidade!

Iniciando novamente blog gostaria de partilhar historia dessa grande Mulher Madre Tereza de Calcutá que para  mim  foi sinal de coragem e ousadia evangelizar e atuar sua  missão onde muitos não queriam estar, devemos hoje refletir sua historia e dentro dessa reflexão ver que podemos colocar em pratica em nossa história os santos são pessoas nos leva refletir melhor caminha a seguir rumo a nossa conversão.
Desejamos ser imitadores de Cristo e alcançar a santidade!


Madre Teresa de Calcutá

Biografia e Vida
Madre Teresa de Calcutá (1910-1997) foi uma missionária católica albanesa.Logo cedo descobriu sua vocação religiosa. Com dezoito anos entrou para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora do Loreto. Criou a Congregação Missionárias da Caridade. Dedicou toda sua vida aos pobres. Em 1979 recebeu o Prêmio Nobel da Paz. Foi Beatificada pela igreja católica em 2003.
Agnes Gonxha Bojaxhiu (1910-1997) nasceu no dia 26 de agosto na Albânia. Foi educada numa escola pública da atual Croácia. Ingressou na Congregação Mariana. Com o consentimento dos pais, entrou no dia 29 de Setembro de 1928 para a Casa das Irmãs de Nossa Senhora de Loreto, em Dublin, Irlanda. O seu sonho era a Índia, onde faria um trabalho missionário com os pobres. Em 24 de maio de 1931, fez votos de pobreza, castidade e obediência, recebendo o nome de Teresa.
Da Irlanda, partiu para Índia. Foi enviada para Darjeeling, local onde as Irmãs de Loreto possuíam um colégio. De Darjeeling a Irmã Teresa foi para Calcutá onde passa a ensinar História e Geografia no Colégio de Santa Maria, da Congregação de Nossa Senhora do Loreto, em Calcutá. Mais tarde foi nomeada Diretora.
Em setembro de 1946 durante uma viagem de trem, ouviu um chamado interior que a fez decidir abandonar o noviciado e se dedicar aos necessitados. Depois de apresentar seu plano, recebeu a autorização do Papa Pio XII, no dia 12 de Abril de 1948. Embora deixando a congregação de Nossa Senhora de Loreto, a Irmã Teresa continuava religiosa sob a obediência do arcebispo de Calcutá. Só em 08 de Agosto de 1948 ela deixou o colégio de Santa Maria.
Madre Teresa dirigiu-se para Patna, para fazer um breve curso de enfermagem. Em 21 de dezembro obtém a nacionalidade indiana. Data que reuniu um grupo de cinco crianças, num bairro pobre e começou a dar aula. Pouco a pouco, o grupo foi aumentando. Dez dias depois eram cerca de cinquenta crianças. Tendo abandonado o hábito da Congregação de Loreto, a Irmã Teresa usava um sari branco, debruado de azul e colocou-lhe no ombro uma pequena cruz. Ia de abrigo em abrigo levando, mais que donativos, palavras amigas e as mãos sempre prestáveis para qualquer trabalho.
Em 19 de março de 1949, as vocações começaram a surgir entre as suas antigas alunas do colégio. A primeira foi Shubashini. Filha de uma rica família, disposta a colocar sua vida ao serviço dos pobres. Outras voluntárias foram se juntando ao trabalho missionário. Mais tarde chamadas de "Missionárias da Caridade". Em 1949, a constituição da irmandade, começou a ser redigida.
A Congregação de Madre Teresa, foi aprovada pela Santa Sé em 07 de outubro de 1950. Em agosto de 1952, é aberto o lar infantil Sishi Bavan (Casa da Esperança) e inaugurado o "Lar para Moribundos", em Kalighat, auxiliando pobres, doentes e famintos. A partir dessa data, a sua Congregação começa a expandir-se pela Índia e por várias partes do mundo.
Madre Teresa de Calcutá recebe o Prêmio Nobel da Paz, em outubro de 1979. Nesse mesmo ano, João Paulo II recebe a Madre, em audiência privada e a nomeia "embaixadora" do Papa em todas as nações. Muitas universidades lhe conferiram o título "Honoris Causa". E em 1980, recebe a ordem "Distinguished Public Service Award" nos EUA. Em 1983, estando em Roma, sofre o primeiro grave ataque do coração. Tinha 73 anos.
Em setembro de 1985, é reeleita Superiora das Missionárias da Caridade. Nesse mesmo ano, recebe do Presidente Reagan, na Casa Branca, a Medalha Presidencial da Liberdade, a mais alta condecoração do país. Em agosto de 1987, vai à União Soviética e é condecorada com a Medalha de ouro do Comitê Soviético da Paz. Em agosto de 1989, realiza um dos seus sonhos, abrir uma casa na sua Albânia, sua terra natal. Em setembro de 1989, sofre o seu segundo ataque do coração e recebe um marca-passo. Em 1990, pede ao Papa para ser substituída no seu cargo, mas volta a ser reeleita por mais seis anos, até 1996.
Madre Teresa de Calcutá morre no dia 05 de setembro de 1997, depois de sofrer uma parada cardíaca. Seu corpo foi transladado ao Estádio Netaji, onde o cardeal Ângelo Sodano, Secretário de Estado do Vaticano, celebrou a Missa de corpo presente. O mesmo veículo que, em 1948, transportara o corpo do Mahatma Gandhi foi utilizado para realizar o cortejo fúnebre da "Mãe dos pobres". Em outubro de 2003 Madre Teresa de Calcutá é beatificada pelo Papa João Paulo II.

Fonte:https://www.ebiografia.com/madre_calcuta/
 

domingo, 27 de abril de 2014

FORÇA DE DEUS EM NÓS

  FORÇA DE DEUS EM NÓS
 
 
 Ultimamente me peguei a refletir sobre como Deus age no nosso meio, como ele é um pai mesmo, a pedagogia que ele usa para nos corrigir, nos instruir, fazer a gente tomar consciência sobre as coisas da vida, como ele molda nosso olhar em relação a ele e principalmente crer nele e a partir dessa fé lapidar nossa relação com nossos semelhantes.
 Quando a gente quer alguma coisa a gente pede, mais nem tudo que se quer é o que precisamos, a partir daí Deus já ensina com muito carinho por nos a aprendermos a viver com o ESSENCIAL e não com supérfluo, a vida e as pessoas vão nos dizer não muitas vezes, se não aprendermos hoje a viver com o que basta jamais estaremos preparados para o algo a mais.
   Mais quando é pra ser, quando é da aprovação de Deus, não basta que peçamos somente porque as coisas na vida não serão nos dada diretamente nas mãos mais é necessário que nos levantemos e vamos buscar o que pedimos, quando o Sirineu é escolhido para ajudar levar a cruz até o calvário nesse cenário não é só um auxílio mais é Jesus nos mostrando que ele quer que participemos também da sua cruz  para que também participemos junto com ele da glória de Deus, os dons já nos são dados, a palavra, a vontade, o direcionamento, basta que demos o nosso passo em direção aquilo que pedimos a Deus para que a distancia daquilo que queremos para aquilo que é pedido diminua e possamos chegar até lá.
 Sem o divino somos frágeis, a mão dele nos sustenta de pé, ainda eu tudo se acabe é ele quem permanece ao nosso lado, o que não podemos fazer TU PODES SENHOR, concluo que mais que querer coisas é especial agradecer por pessoas, por momentos, por bênçãos, por recursos dados do alto pra lutar nessa vida, pelas pessoas que amamos mais que temos que devolver a Deus, pela recuperação de gente que amamos mais lembrar que somos Sirineus ajudando na subida ao calvário para que nossos amados contemplem a glória de Deus.   
   ASSIM COMO A CORSA ANSEIA POR AGUAS NOSSOS CORACOES ANSEIAM EM ESTAR REPOUSADOS NO CORACAO DO PAI.
 
DEUS ABENCOE A TODOS!!!
 
João Gabriel B. Santos CDP  

domingo, 30 de março de 2014

“QUANDO A VIDA TE PEDE CORAGEM”

  “QUANDO A VIDA TE PEDE CORAGEM”
 Hoje quero falar de coragem, alias é fácil falar de coragem existem frases belíssimas sobre coragem, pensamentos, falas... Mais fico curioso se ao menos parte de todos que falaram sobre isso deram testemunho quando chegou momentos oportunos de demonstrar.
 A acomodação da saude, da riqueza, da fama pode te impelir a desenrolar grandes tratados sobre ousadia, e quando tudo isso desaba, e quando você descobre alguns falsos amigos , quando alguém que você gosta é surpreendido por alguma enfermidade , quando a crise financeira chega, da pra ser ousado ou é mais fácil culpar Deus e viver um complexo de vitima, de desafortunado é talvez esse é o caminho mais claro e aparente porque o ser humano tem a admirável habilidade de caminhar pelos caminhos que aparentam ter menos dificuldades .
 Então como escutar e obedecer a palavra que diz: ENTRAI PELA PORTA ESTREITA ... NESSE MUNO SOFREREIS MAIS CORAGEM EU VENCI O MUNDO.
 Coragem é pra quem caminha não importa qual aspecto da estrada mais pra quem esta lado a lado com Deus, com Deus pessoa não com Deus ideologia, Deus é como seu melhor amigo (a) a diferença é que ele não sabe te decepcionar.
 Há um dito popular que diz se você cair sete vezes terá de se levantar oito, o caminho da coragem é exigente mais não pode ser confundido com feio, é um caminho bonito que te ensina sabedoria em meio à desilusão que essa realidade trás consigo muitas vezes.
 Há aqui quem escreve não o dono da verdade absoluta mais uma pessoa que um dia aprendeu algo e a sabedoria é tanta que não cabe num recipiente só precisa ser expandido... MESMO NA TERRA SECA E SEM VIDA É CAPAZ DE BROTAR A MAIS BELA E SUTIL ROSA...
 Ás bênçãos de Deus estão até mesmo naquilo que achamos ser algo sem beleza e a infinita misericórdia nos ensina que não devemos desistir de nossos sonhos nunca porque Deus não coloca um desejo no nosso coração que não possamos realizá-lo.

PAZ E UNIDADE A TODOS!!!
 João Gabriel

joaogabrieldebritto@hotmail.com 

sexta-feira, 7 de março de 2014

Bela entrevista: ENTREVISTA COM Papa FRANCISCO

ENTREVISTA COM Papa FRANCISCO

Data de publicação: 06/03/2014
Prestes a comemorar seu primeiro ano de pontificado, o papa Francisco concedeu uma nova entrevista ao Corriere della Sera, publicada nesta quarta-feira, 5. A reportagem de Ferruccio De Bortoli, publicada, cuja tradução foi divulgada pelo portal IHU, Francisco fala sobre a repercussão de suas atitudes como pontífice. 

Confira a entrevista.

O balanço de um ano?

Não, os balanços não lhe agradam. "Eu os faço apenas a cada 15 dias, com o meu confessor."

O senhor, Santo Padre, de vez em quando, telefona para quem lhe pede ajuda. E às vezes não acreditam no senhor.

Sim, isso aconteceu. Quando alguém telefona, é porque tem vontade de falar, uma pergunta a fazer, um conselho a pedir. Como padre em Buenos Aires, era mais simples. E para mim continua sendo um hábito. Um serviço. Eu sinto isso dentro de mim. Certamente, agora não é tão fácil fazer isso, dada a quantidade de pessoas que me escrevem.

E há um contato, um encontro que recorda com afeto particular?

Uma senhora viúva, de 80 anos, que havia perdido o filho. Ela me escreveu. E agora eu lhe dou uma telefonadinha a cada mês. Ela está feliz. Eu sou padre. Eu gosto.

As relações com o seu antecessor. Nunca pediu algum conselho a Bento XVI?

Sim. O Papa Emérito não é uma estátua em um museu. É uma instituição. Não estávamos acostumados. Sessenta ou setenta anos, o bispo emérito não existia. Veio depois do Concílio. Hoje, é uma instituição. A mesma coisa deve acontecer para o Papa Emérito. Bento XVI é o primeiro, e talvez haverá outros. Não sabemos. Ele é discreto, humilde, não quer perturbar. Falamos a respeito e decidimos juntos que seria melhor que ele visse pessoas, saísse e participasse da vida da Igreja. Uma vez, ele veio aqui para a bênção da estátua de São Miguel Arcanjo, depois ao almoço em Santa Marta, e, depois do Natal, eu lhe dirigi o convite de participar do Consistório, e ele aceitou. A sua sabedoria é um dom de Deus. Alguns gostariam que ele se retirasse para uma abadia beneditina longe do Vaticano. Eu pensei nos avós que, com a sua sabedoria, os seus conselhos, dão força à família e não merecem acabar em uma casa de repouso.

O seu modo de governar a Igreja pareceu-nos isto: o senhor ouve todos e decide sozinho. Um pouco como o geral dos jesuítas. O papa é um homem sozinho?

Sim e não. Eu entendo o que você quer me dizer. O papa não está sozinho no seu trabalho, porque está acompanhado e é aconselhado por muitos. E seria um homem sozinho se decidisse sem ouvir ou fingindo ouvir. Mas há um momento, quando se trata de decidir, de colocar uma assinatura, em que ele está sozinho apenas o seu senso de responsabilidade.

O senhor inovou, criticou algumas atitudes do clero, sacudiu o Cúria. Com alguma resistência, alguma oposição. A Igreja já mudou como o senhor gostaria há um ano?

Em março passado, eu não tinha nenhum projeto de mudança da Igreja. Eu não esperava essa transferência de diocese, digamos assim. Comecei a governar tentando colocar em prática o que havia surgido no debate entre cardeais nas várias Congregações. No meu modo de agir, espero que o Senhor me dê a inspiração. Dou-lhe um exemplo. Falou-se do cuidado espiritual das pessoas que trabalham na Cúria, e começaram-se a fazer retiros espirituais. Devia-se dar mais importância aos Exercícios Espirituais anuais: todos têm o direito de passar cinco dias em silêncio e meditação, enquanto antes, na Cúria, ouviam-se três pregações por dia, e depois alguns continuavam trabalhando.

A ternura e a misericórdia são a essência da sua mensagem pastoral...
E do Evangelho. É o centro do Evangelho. Caso contrário, não se entende Jesus Cristo, a ternura do Pai que o envia para nos ouvir, para nos curar, para nos salvar.

Mas essa mensagem foi compreendida? O senhor disse que a franciscomania não vai durar muito tempo. Há algo na sua imagem pública que não lhe agrada?

Eu gosto de estar entre as pessoas, junto com quem sofre, ir às paróquias. Não me agradam as interpretações ideológicas, uma certa mitologia do Papa Francisco. Quando se diz, por exemplo, que ele sai de noite do Vaticano para ir dar de comer aos sem-teto na Via Ottaviano. Isso nunca me veio à mente. Sigmund Freud dizia, se não me engano, que em toda idealização há uma agressão. Pintar o papa como uma espécie de super-homem, uma espécie de estrela, parece-me ofensivo. O papa é um homem que ri, chora, dorme tranquilo e tem amigos, como todos. Uma pessoa normal.

Nostalgia pela sua Argentina?

A verdade é que eu não tenho nostalgia. Gostaria de ir encontrar a minha irmã, que está doente, a última de nós cinco. Gostaria de vê-la, mas isso não justifica uma viagem à Argentina: eu a chamo pelo telefone, e isso basta. Não penso em ir antes de 2016, porque na América Latina eu já fui ao Rio. Agora tenho que ir para a Terra Santa, para Ásia e depois para a África.

O senhor recém-renovou o passaporte argentino. O senhor, contudo, ainda é um chefe de Estado.

Eu o renovei porque venceu.

Desagradaram-lhe aquelas acusações de marxismo, especialmente norte-americanas, depois da publicação da Evangelii gaudium?
Nem um pouco. Nunca compartilhei a ideologia marxista, porque não é verdadeira, mas conheci muitas pessoas boas que professavam o marxismo.

Os escândalos que perturbaram a vida da Igreja, felizmente, ficaram para trás. Foi-lhe dirigido, sobre o delicado tema dos abusos de menores, um apelo publicado pelo jornal Il Foglio e assinado, dentre outros, pelos filósofos Besançon e Scruton, para que o senhor faça ouvir a sua voz contra os fanatismos e a má consciência do mundo secularizado que respeita pouco a infância.

Quero dizer duas coisas. Os casos de abuso são terríveis, porque deixam feridas muito profundas. Bento XVI foi muito corajoso e abriu um caminho. A Igreja, nesse caminho, fez muito. Talvez mais do que todos. As estatísticas sobre o fenômeno da violência contra as crianças são impressionantes, mas também mostram com clareza que a grande maioria dos abusos ocorre no ambiente familiar e na vizinhança. A Igreja Católica talvez seja a única instituição pública que se moveu com transparência e responsabilidade. Ninguém mais fez mais. No entanto, a Igreja é a única a ser atacada.

Santo Padre, o senhor diz "os pobres nos evangelizam". A atenção à pobreza, a marca mais forte da sua mensagem pastoral, é confundida por alguns observadores como uma profissão de pauperismo. O Evangelho não condena o bem-estar. E Zaqueu era rico e caridoso.

O Evangelho condena o culto ao bem-estar. O pauperismo é uma das interpretações críticas. Na Idade Média, havia muitas correntes pauperistas. São Francisco teve a genialidade de colocar o tema da pobreza no caminho evangélico. Jesus diz que não se pode servir a dois senhores, Deus e a Riqueza. E, quando formos julgados no juízo final (Mateus 25), vai importar a nossa proximidade com a pobreza. A pobreza afasta da idolatria, abre as portas para a Providência. Zaqueu devolve metade da sua riqueza aos pobres. E a quem têm os celeiros cheios do próprio egoísmo, o Senhor, no fim, apresenta a conta. O que eu penso da pobreza eu bem expressei na Evangelii gaudium.

O senhor indicou na globalização, sobretudo financeira, alguns dos males que agridem a humanidade. Mas a globalização arrancou milhões de pessoas da pobreza. Deu esperança, um sentimento raro que não deve ser confundido com o otimismo.

É verdade, a globalização salvou muitas pessoas da pobreza, mas condenou muitas outras a morrer de fome, porque, com esse sistema econômico, ela se torna seletiva. A globalização na qual a Igreja pensa não se assemelha a uma esfera, em que cada ponto é equidistante do centro e em que, portanto, se perde a peculiaridade dos povos, mas sim a um poliedro, com as suas diversas faces, pelas quais cada povo conserva a sua própria cultura, língua, religião, identidade. A atual globalização "esférica" econômica, e sobretudo financeira, produz um pensamento único, um pensamento fraco. No centro, não há mais a pessoa humana, somente o dinheiro.

O tema da família é central na atividade do Conselho dos oito cardeais. Desde a exortação Familiaris consortio, de João Paulo II, muitas coisas mudaram. Dois sínodos estão sendo programados. Esperam-se grandes novidades. O senhor disse sobre os divorciados: não devem ser condenados, devem ser ajudados.
É um longo caminho que a Igreja deve fazer. Um processo desejado pelo Senhor. Três meses depois da minha eleição, foram submetidos a mim os temas para o Sínodo. Propõe-se a discutir sobre qual era a contribuição de Jesus ao homem contemporâneo. Mas, no fim, com passagens graduais – que para mim foram sinais da vontade de Deus – escolheu-se discutir a família que atravessa uma crise muito séria. É difícil formá-la. Os jovens se casam pouco. Há muitas famílias separadas, nas quais o projeto de vida comum fracassou. Os filhos sofrem muito. Devemos dar uma resposta. Mas, para isso, é preciso refletir muito profundamente. É o que o Consistório e o Sínodo estão fazendo. É preciso evitar ficar na superfície. A tentação de resolver todos os problemas com a casuística é um erro, uma simplificação de coisas profundas, como faziam os fariseus, uma teologia muito superficial. É à luz da reflexão profunda que poderão ser enfrentadas seriamente as situações particulares, mesmo a dos divorciados, com profundidade pastoral.

Por que a conferência do cardeal Walter Kasper no último Consistório (um abismo entre doutrina sobre o matrimônio e a família, e a vida real de muitos cristãos) dividiu tanto os cardeais? Como o senhor acha que a Igreja pode percorrer esses dois anos de árduo caminho chegando a um amplo e sereno consenso? Se a doutrina é sólida, por que é necessário debate?
O cardeal Kasper fez uma belíssima e profunda apresentação, que em breve será publicada em alemão, e abordou cinco pontos; o quinto era o dos segundos matrimônios. Eu me preocuparia se, no Consistório, não houvesse uma discussão intensa, não serviria para nada. Os cardeais sabiam que podiam dizer o que queriam e apresentaram muitos pontos de vista diferentes, que enriquecem. Os debates fraternos e abertos fazem crescer o pensamento teológico e pastoral. Disso, eu não tenho medo, ao contrário, o busco.

No passado recente, era habitual o apelo aos chamados "valores inegociáveis", sobretudo em bioética e na moral sexual. O senhor não retomou essa fórmula. Os princípios doutrinais e morais não mudaram. Essa escolha significa, talvez, indicar um estilo menos prescritivo e mais respeitoso à consciência pessoal?
Eu nunca compreendi a expressão "valores inegociáveis". Os valores são valores, e basta, não posso dizer que entre os dedos de uma mão haja um menos útil do que os outros. Por isso, não entendo em que sentido possa haver valores inegociáveis. O que eu tinha a dizer sobre o tema da vida, eu escrevi na exortação Evangelii gaudium.

Muitos países regulam as uniões civis. É um caminho que a Igreja pode compreender? Mas até que ponto?
O matrimônio é entre um homem e uma mulher. Os Estados laicos querem justificar as uniões civis para regular diversas situações de convivência, impulsionados pela exigência de regular aspectos econômicos entre as pessoas, como por exemplo assegurar a assistência de saúde. Trata-se de pactos de convivência de várias naturezas, dos quais eu não saberia elencar as diversas formas. É preciso ver os diversos casos e avaliá-los na sua variedade.

Como será promovido o papel das mulheres na Igreja?

Aqui também a casuística não ajuda. É verdade que a mulher pode e deve estar mais presente nos lugares de decisão da Igreja. Mas eu chamaria isso de uma promoção de tipo funcional. Só assim não se faz um longo caminho. Ao contrário, é preciso pensar que a Igreja tem o artigo feminino "a": é feminina desde as suas origens. O grande teólogo Urs von Balthasar trabalhou muito sobre esse tema: o princípio mariano guia a Igreja ao lado do petrino. A Virgem Maria é mais importante do que qualquer bispo e de que qualquer apóstolo. O aprofundamento teologal está em andamento. O cardeal Rylko, com o Conselho dos Leigos, está trabalhando nessa direção com muitas mulheres especialistas em várias matérias.

A meio século da Humanae vitae, de Paulo VI, a Igreja pode retomar o tema do controle de natalidade? O cardeal Martini, seu coirmão, considerava que já havia chegado o momento.
Tudo depende de como é interpretada a Humanae vitae. O próprio Paulo VI, no fim, recomendava muito misericórdia aos confessores, atenção às situações concretas. Mas a sua genialidade foi profética, ele teve a coragem de se inclinar contra a maioria, de defender a disciplina moral, de exercer um freio cultural, de se opor ao neomalthusianismo presente e futuro. A questão não é a de mudar a doutrina, mas sim de ir fundo e fazer com que a pastoral leve em conta as situações e o que é possível fazer para as pessoas. Também sobre isso se falará no caminho do Sínodo.

A ciência evolui e redesenha os limites da vida. Faz sentido prolongar artificialmente a vida em estado vegetativo? O testamento biológico pode ser uma solução?
Eu não sou um especialista nos assuntos bioéticos. E temo que cada frase minha possa ser equivocada. A doutrina tradicional da Igreja diz que ninguém é obrigado a usar meios extraordinários quando se sabe que está em uma fase terminal. Na minha pastoral, nesses casos, eu sempre aconselhei cuidados paliativos. Em casos mais específicos, é bom recorrer, se necessário, ao conselho dos especialistas.

A próxima viagem à Terra Santa levará a um acordo de intercomunhão com os ortodoxos que Paulo VI, há 50 anos, quase tinha chegado a firmar com Atenágoras?

Estamos todos impacientes para obter resultados "fechados". Mas o caminho da unidade com os ortodoxos significa, acima de tudo, caminhar e trabalhar juntos. Em Buenos Aires, nos cursos de catequese, vinham diversos ortodoxos. Eu passava o Natal e o dia 6 de janeiro junto com os seus bispos, que às vezes pediam também conselho aos nossos escritórios diocesanos. Eu não sei se é verdade o episódio que se conta sobre Atenágoras, que teria proposto a Paulo VI que caminhassem juntos e mandassem todos os teólogos a uma ilha para discutir entre si. É uma piada, mas o importante é que caminhemos juntos. A teologia ortodoxa é muito rica. E eu acredito que eles têm grandes teólogos neste momento. A sua visão da Igreja e da sinodalidade é maravilhosa.

Em alguns anos, a maior potência mundial será a China, com a qual o Vaticano não tem relações. Matteo Ricci era jesuíta como o senhor.

Somos próximos da China. Eu enviei uma carta ao presidente Xi Jinping, quando ele foi eleito, três dias depois de mim. E ele me respondeu. Há relações. É um povo grande ao qual eu quero bem.

Por que, Santo Padre, o senhor nunca fala da Europa? O que não o convence do projeto europeu?

Você se lembra do dia em que eu falei da Ásia? O que eu disse? (Aqui o cronista se aventura em algumas explicações, recolhendo memórias vagas, para depois perceber que havia caído em uma simpática armadilha). Eu não falei nem na Ásia, nem da África, nem da Europa. Só na América Latina, quando estive no Brasil e quando tive que receber a Comissão para a América Latina. Ainda não houve a ocasião para falar da Europa. Ela virá.

Que livro o senhor está lendo nestes dias?

Pietro e Maddalena, de Damiano Marzotto, sobre a dimensão feminina da Igreja. Um belíssimo livro.

E o senhor não consegue ver alguns belos filmes, outra de suas paixões? A grande beleza ganhou o Oscar. O senhor vai vê-lo?

Não sei. O último filme que eu vi foi A vida é bela, de Benigni. E antes tinha revisto A estrada da vida, de Fellini. Uma obra-prima. Eu também gostava de Wajda...

São Francisco teve uma juventude despreocupada. Eu lhe pergunto: o senhor nunca se apaixonou?

No livro O jesuíta, eu conto sobre quando eu tinha uma namoradinha aos 17 anos. E eu também faço referência a isso em Sobre o céu e a terra (Companhias das Letras, 2013), o livro que eu escrevi com Abraham Skorka. No seminário, uma moça me fez virar a cabeça por uma semana.

E como isso acabou, sem querer ser indiscreto?

Eram coisas de jovens. Falei a respeito com o meu confessor (um grande sorriso).

Obrigado, Padre Santo.

Obrigado a você.
Retirada:http://www.paulinas.org.br/familia-crista/?system=news&id=6088&action=read

Renuncia a si mesmo e vem!

Renuncia a si mesmo e vem!

Na tarefa desafiante hoje de um cristão nos dias atuais é a renuncia, pois o individualismo hoje se propaga desde muito cedo.
 Como pedir a um jovem que desde sempre teve tudo de material, talvez faltasse amor, mas que hoje se preenche amor com bens materiais, pedir a ele renunciar e viver uma vida comunitária onde tudo é partilhado, exemplo novas comunidades, congregações, nos mosteiros.
Quando se vê jovem vivendo vida comum nos dias atuais, muito se assustam , dizem como assim? Na minha comunidade já vi pessoas perguntar como pessoas jovens como vocês vivem dessa forma?
E Vive-se pode acreditar é desafiante essa forma de vida, mas preenche a nós que optamos a isso porque o material é passageiro, só que vem de Deus é eterno.
Conversando com um amigo dia atrás disse a ele, uma das maneiras de ver se é vocação o que estamos trilhando, é quando renunciar algo que é nos proposto nos dói, estranho ter que doer, alguns casos o bens materiais, não é árduo renunciar, mas vivência com a família, a vivência com amigos, a maneira diferente de viver um namoro, um tempo a menos que se tem para descansar é desafiante se isso nos custa você está caminhando para vocação certa.
Se olharmos para vida de São Francisco de Assis, que tudo tinha acha que para ele não deve ter sido difícil renunciar sua comodidade, uma família de classe média! Acredito que como para nós, para São Francisco foi árduo, mas ele quando teve seu encontro pessoal com Jesus e decidiu de uma forma radical ir ao encontro do Amado e dessa maneira que ele estaria cada dia mais próximo do mestre.
A cada um é pedido uma renuncia temos a liberdade de escolher ou não, mas saiba que caminho de Jesus é fonte, seguir a ele nos seremos abençoados, nas dificuldades sentiremos sua presença.
“Jesus te chama vem e segue –me renuncie muitas vezes tuas vontades, seus sonhos, comodidades e segue- me.”
Não tenha medo de renunciar o que lhe for pedido para que sua vocação chegue mais próxima de Cristo, vocação é benção de Deus, precisa – se de leigos, consagrados, de padres, de religiosos e religiosas, pois há diversidade de escolha seja fiel nas renuncias que precisam ser renunciadas, que precisam ser realizados aos poucos aprendemos.
“Pedra por pedra, com esperança de ver Jesus, dia após dia com alegria sempre buscando além” (São Francisco de Assis).

O que iremos renunciar para viver melhor nosso chamado?
Tamu junto...
Paz e Unidade.

Na unidade Aline Frederico.