segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Agulha e a linha

Agulha e a linha
Nós adoramos apontar onde os outros deveriam mudar

Um conto dos padres do deserto diz que certo monge, vendo a morte chegar, pediu aos seus companheiros que lhe trouxessem a chave do céu: queria morrer agarrado a ela. Um companheiro saiu correndo e lhe trouxe a Bíblia, mas não era isso que o agonizante queria. Outro teve a ideia de trazer a chave do sacrário, também não deu certo. Foi então que alguém que conhecia melhor o doente foi buscar agulha e linha. Agarrado a esses objetos prosaicos, o irmão passou mais tranquilo para a vida eterna. Era o alfaiate da comunidade: sua chave para o céu era a atividade diária, carinhosamente realizada para servir aos seus irmãos.
A historinha nos leva a entender que o trabalho cotidiano do monge foi a sua verdadeira chave para entrar no céu. Com certeza, ele também devia ter rezado muito, meditado bastante, talvez jejuado nos dias certos e cultivado algumas dezenas de outras virtudes. No entanto, ele sabia muito bem que tudo dependia de como ele havia exercido o seu maior serviço na comunidade.
O caminho da santidade pode passar por momentos extraordinários, gestos de heroísmo, façanhas memoráveis; porém, passa, em primeiro lugar, por aquilo que fazemos bem ou mal no dia a dia. Todos nós reconhecemos que, em nossa vida, é muito mais pesado o dever cotidiano do que alguns momentos de esforço, difíceis, sim, mas passageiros.
É por isso que João Batista, o precursor, deu respostas diferentes para os diversos grupos de pessoas que lhe perguntavam: “O que devemos fazer?” Todos deviam partilhar o que estava sobrando de suas roupas e de sua comida. A solidariedade com os necessitados e carentes é o primeiro passo para iniciar uma nova vida. Sem desprendimento não há verdadeira conversão. Depois o profeta do deserto apontou escolhas diferentes para os cobradores de impostos, que extorquiam o povo, e para os soldados que deviam aproveitar demasiadamente da sua força e das suas armas. Significa que cada um deles, naquele tempo, como também nós, hoje, devemos encontrar o nosso próprio caminho de conversão, a partir do lugar onde estamos.
No entanto, nós adoramos apontar onde os outros deveriam mudar e o que deveriam fazer para dar certo. Mais uma vez é muito mais fácil criticar os outros ou declarar como nos comportaríamos se estivéssemos no lugar deles do que começar a corrigir e a melhorar a nossa própria vida.
Os exemplos não faltam. Muitos sabem perfeitamente o que eles fariam se fossem o presidente ou o governador. No entanto, poderiam começar a cuidar melhor das suas famílias e dos seus negócios. Mal conseguem administrar os seus lares; o que fariam se tivessem maior responsabilidade? Não muito diferente acontece na Igreja também. Quem nunca quis dar conselhos ao padre, ao bispo e ao Papa? Com toda razão, talvez, mas nem sempre quem distribui sentenças aplica os mesmos critérios para si mesmo. Com isso não quero dizer que não podemos mais falar ou criticar. Ao contrário, a correção fraterna é evangélica e salutar entre amigos e irmãos. Quando, porém, a crítica é estéril, ou é a descarga de mágoas, invejas e frustrações, ela não serve nem para quem a recebe nem para quem a dispara.
De acordo com nossas responsabilidades, cada um de nós tem muito a melhorar, simplesmente procurando cumprir bem o que se supõe seja o seu dever, ou, ao menos, o seu trabalho cotidiano. Assim os pais poderiam caprichar mais na educação dos seus filhos. Os educadores deveriam ensinar mais humanidade e amor à vida própria e à dos outros. Quem julga, deveria julgar com justiça. Quem administra, fazê-lo com mais honestidade e lisura. Quem comunica, buscar a verdade e não o seu próprio interesse. Quem deve evangelizar também deveria fazê-lo com alegria, entusiasmo e competência, deixando de lado outras preocupações.
Todos precisamos nos agarrar mesmo às “agulhas” e às “linhas” de nossas vidas. Fazer bem o que está ao nosso alcance, no dia a dia, sempre será a melhor chave para entrar no Reino do Céu. Se isso ainda nos interessa.
Dom Pedro José ContiBispo de Macapá

Unidade acreditar e agir conforme a providência.
A unidade se faz na diferença de cada um. Deus sucita no coração de cada um um carisma diferente e também dons diferentes para cada pessos basta saber usar desse talentos para perante a vontade do Pai.
Agir conforme a providência de Deus é saber usar nossos dons no mundo, a providência acontece a partir do momento que acreditamos e começamos a lutar para que ela seja alcançada, não temos que somente esperar a vontade de Deus, mas tambem agir para que ela aconteça em nossa vida.
A unidade da igreja acontece quando deixamos que o Senhor faça sua vontade em nós humanos que mesmo diante as nossas vontades, temos que deixar que o Mestre sucite em nós o seus sonhos para cada um, pois Ele sabe do que a humanidade necessita e estamos nesse mundo para cumprir uma missão que desde nosso nascimento foi entregue individualmente.
Agir e acreditar na providência é deixar que a Unidade prevaleça perante toda nossa vontade e tambem viver cada momento amando as pessoa em sua diferenças.
Aline Frederico
Revolucionária do Amor

Vamos dar o melhor presente!

Vamos dar o melhor presente!
Quando nós amamos alguém, sempre queremos estar perto dessa pessoa e oferecer-lhe o que temos de melhor e o que sabemos que vai fazê-la feliz.

O maior de todos os presentes que podemos hoje ofertar a alguem é pedir a Deus que esta pessoa seja cheia do Espírito Santo.

Vamos fazer a experiência? Certamente, ela não será mais a mesma, a sua vida será plenamente transformada e tudo ganhará um novo sentido, um novo entusiasmo e uma plena alegria.

“Quando Isabel ouviu a saudação de Maria, a criança pulou no seu ventre e Isabel ficou cheia do Espírito Santo” (Lc 1,41).

Jesus, queremos hoje ser instrumentos da Sua graça, para que todas as pessoas que o Senhor puser na nossa vida fiquem cheias do Divino Espírito Santo.

Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago Comunidade Canção Nova

sábado, 21 de novembro de 2009

Por onde passarmos, hoje, espalhemos o bem

Por onde passarmos, hoje, espalhemos o bem

Olhemos para este dia com um olhar diferente, com o próprio olhar de Jesus, para sermos instrumentos da paz e do amor em qualquer ambiente por onde passarmos. Concretamente, podemos fazer alguns gestos simples, mas, capazes de transformar o local onde trabalhamos, moramos ou passamos a maior parte do tempo.

“Respondam com doçura, ainda que desejassem dar uma resposta ríspida. Motivem um jovem a ter confiança nele mesmo. Mantenham uma promessa. Encontrem tempo, deem-se tempo. Não guardem rancor. Perdoem o inimigo. Celebrem o sacramento da reconciliação. Escutem mais os outros. Peçam perdão quando se equivocam. Sejam gentis, ainda que não tenham feito nada errado! Procurem compreender. Não sejam invejosos. Pensem antes no outro.

Riam um pouco. Riam um pouco mais. Ganhem a confiança dos outros. Oponham-se à maldade. Sejam agradecidos. Vão à igreja. Fiquem na igreja mais do que o tempo acostumado. Alegrem o coração de uma criança. Contemplem a beleza e a maravilha da terra. Expressem seu amor. Voltem a expressá-lo. Expressem-no mais forte. Expressem-no serenamente” (Padre Tomas Rosica).

Façamos hoje bem todas as coisas, a exemplo de Jesus: “Ele fez bem todas as coisas” (Mc 7,37b), e façamos o bem sem olhar a quem.

Jesus, eu confio em Vós!

Luzia Santiago

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

O poder da diferença

Deus nos criou únicos dando-nos a liberdade de sermos originais


Conta-se que um ditador grego enviou seu emissário a outro ditador a fim de pedir conselhos a respeito de princípios para melhor governar. O homem consultado levou o emissário a um milharal e lá cortou, com um bastão, todas as hastes que ficassem, um centímetro que fosse, acima do nível das outras. Depois, mandou o seguinte recado ao outro: não permita que nenhum de seus elementos seja diferente dos demais. Não permita a existência de nenhum homem que seja mais sábio, mais famoso ou até mesmo mais bonito que a massa. Faça com que todos sejam cortados até o nível comum, de modo que sejam iguais; assim todos serão escravos, meros números, todos insignificantes, sem forças para reagir.

Desta forma, os tiranos conseguiam grande êxito em seu governo, já que ninguém ousava ser diferente, por medo ou por comodismo. Nem precisavam se preocupar porque os próprios indivíduos haviam assumido a condição de “milharal nivelado”.

Fico pensando se hoje não acontece o mesmo com nossa geração. Podemos observar que existe uma atração pelo diferente, mas, na prática, são poucos os que estão dispostos a pagar o preço da diferença.

A moda comanda o vestuário, os meios de comunicação atingem o visual e por aí seguem as expressões da massa cada vez mais comuns e niveladas, como o milharal do tirano. São escravos em nome da modernidade.

Diante disso apresento uma excelente notícia: você pode ser diferente e ser feliz!

Nesses dias, ao conversar com um jovem que eu acabara de conhecer aqui na Canção Nova, percebi que ele estava triste e tinha dificuldades em falar a respeito de sua vida. Compreendi, por graça do Espírito Santo, que Deus queria tocar o coração dele naquela conversa e me dispus a tentar ajudá-lo, até que em certo momento ele desabafou: “O fato é que vivo uma fase difícil em minha vida. Depois que tive meu encontro pessoal com Cristo mudei muito e, desde então, não sou bem aceito por meus amigos. Já não curto os programas deles e acabo ficando sozinho. Minha namorada também não entendeu a mudança e terminou o namoro há pouco tempo...”

O que eu disse para aquele jovem, digo também a você que talvez esteja passando por situação semelhante: Não tenha medo de ser diferente! Alegre-se porque você é um escolhido! Talvez o que lhe falte seja encontrar o sentido da sua nova vida em Cristo e despertar para a beleza da vida que se revela na simplicidade das coisas, para as quais, antes de conhecer o amor de Deus, você não lhes dava o verdadeiro valor. A convivência familiar, por exemplo, o contato com a natureza, a leitura de livros formativos e tantos outros meios podem favorecer a felicidade. E mais: existem muitos que pensam e sonham como você. É importante procurar essas pessoas e de algum modo participar de um grupo. O isolamento não costuma gerar felicidade.

Você pode viajar, celebrar, dançar, festejar, brincar e fazer tantas coisas de que gosta. A diferença é que agora você sabe que é amado – e quem se sente profundamente amado só sabe viver para corresponder a esse amor. Tudo o que você vive tem um novo brilho, tem a marca de quem é amado e isso é ser livre.

O Senhor é fiel e bom e lhe dará o (a) namorado (a) certo (a) e os amigos certos se você perseverar buscando-O em primeiro lugar, porque a Sagrada Escritura diz: “Buscai em primeiro lugar o Reino de Deus e tudo mais lhe será dado por acréscimo” (Mateus 6,33). Tome posse do poder da diferença em sua vida. Coragem!

Conheço pessoas que deixam de apreciar a música clássica ou a boa leitura, por exemplo, porque isso talvez as impeça de “estar na moda”. Existem ainda as que desejam ser honestas, castas e sensatas e têm formação e princípios favoráveis para serem assim, porém, acabam não sendo dessa forma, para não se tornarem diferentes dos demais. Isso poderia deixá-las fora do círculo de amizades e impossibilitaria a integração delas com o grupo, e assim por diante.

Mas qual o problema em ser diferente? Deus nos criou únicos e nos dá a liberdade de sermos originais e livres de toda e qualquer ditadura. A felicidade é alimentada pela liberdade e a liberdade plena está na verdade. “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” (João 8,32) A verdade, que liberta, é Cristo; Ele já pagou o preço do pecado que nos escravizava. Somos livres pelo poder d'Ele.

Tomemos posse dessa graça e sejamos diferentes, sem medo! Ser diferente, por ter encontrado a “Verdade”, é um privilégio e não um pe

Dijanira Silva( da comunidade Cançao Nova)

sábado, 12 de setembro de 2009

Frases para se pensar:

"Amar com todo o coração, todas as pessoas que hoje encontrar"

"Seja no mundo a mudança que você quer ver no mundo" Ghandi

" O Amor supera as barreiras e gera em nós força para a cada dia termos esperança que a graça se manifesta a cada momento"
Um texto e testemunho de um amigo revolucionário....

Deus cuida de Nós e nos Ama





Vemos tantas pessoas falarem de Deus com autoridade e com uma força impressionante, força que vem dele e da busca diária de santidade. Todas essas pessoas que ouvimos falar de Cristo são pessoas que experimentaram o amor do Pai de uma forma incomparável, um amor que transforma e que cuida de nós. Deus cuida de nós com carinho de um pai que cuida de um filho ele nos ama e nos dá livre arbítrio para que possamos fazer as escolhas nas nossas vidas para sermos ou não santos.

Vejo tantos jovens como eu por ai buscando um amor, uma paixão avassaladora que nos consome por dentro, um amor que julgam que não irá acabar que será eterno, mas ao longo desta busca sofrem por não encontrarem em si mesmos um sentimento que buscam nas outras pessoas. Amar é mais que um sentimento é um estado de espírito, é um dom, uma virtude, uma verdade que buscamos a cada dia escrever e cultivar. Pe. Fábio em seu livro Cartas entre amigos exemplifica muito bem o que é o sentimento do amor, o ser amado e o amar alguém muito profundamente.

"O amor é o maior de todos os artesanatos. Não amamos da noite para o dia. Amor é construção que requer empenho, assim como a trama dos teares requer demora na escolha das linhas e das cores”.


Precisamos antes de tudo amar a nós primeiramente, e como barro nas mãos do oleiro para sermos curados em nossos corações e a partir dessa cura nós possamos pensar em amar o outro. Do que adianta falarmos EU TE AMO se o coração não esta cheio disso, se temos dúvidas em nosso intimo sobre a pessoa amada ou sobre o sentimento em relação ao outro. Temos que viver a experiência da solidão das noites de profundo encontro com Deus e com este tempo de escuta encontraremos a verdadeira essência do Amor.

O que é o amor? Tantos buscam essa resposta e poucos a encontram na sua plenitude. Amar é doar-se ao outro sem esperar retribuição, é saber que simplesmente fizemos uma caridade e nos doamos em favor dos que precisam.

Certa vez experimentei e ainda experimento muito desse sentimento do Amor doação, dessa entrega a Deus para ser instrumento, pequeno, sim, fraco, mais que Deus faz forte para poder ser utilizado por ele. Em um dos últimos rebanhões que pude participar trabalhando no ministério de Aconselhamento e oração para cura e libertação pude ver a unção de Deus presente naquele lugar e o derramamento de sua misericórdia por cada um de nós. Um milagre aos nossos olhos foi à experiência de oração que obtive com um outro irmão também servo deste ministério, quando uma jovem muito bonita chegou acompanhada de um rapaz também muito bonito, mais que não ouvia ou falava era surdo e mudo e sua irmã ia falando pra ele por gestos o que falávamos na oração. Durante toda a oração sentíamos forte o RUAH, o sopro do Espírito Santo até que veio a palavra do Senhor EFATA, traduzida Abre-te, selando nossa oração com aquele rapaz. E se naquele momento não acreditássemos no AMOR de Deus e que ele cuida de nós será que tínhamos falado isso a ele? Não! Concerteza ficaríamos travados e com medo de confiarmos em Deus e deixa-lo agir na vida daquele irmão, será que tínhamos o direito de omitir o que nos foi falado? Não! Porque se nós não falássemos ou se aquele irmão que estava ali orando junto comigo também não falasse as pedras falariam, porque Deus é amor e quer o melhor para seus filhos.
Aquele jovem foi embora carregando em seu coração a palavra que nos foi dita pelo sopro divino, com a certeza de vitória e com o melhor de tudo com o coração curado e sentindo-se amado por Deus, porque do que adiantaria falarmos que ele foi curado se seu coração não tinha sido, seriam apenas mais palavras somente, mais Deus tem faz sua obra há seu tempo, quis ele primeiro curar seu coração, sua vida, seu interior para depois curar os problemas físicos, isto sim é amor, amor de Pai, amor sem medidas que não busca nada em troca.
Passado um ano estávamos eu e esse irmão novamente no rebanhão quando uma jovem chegou perguntando se lembrávamos dela, prontamente dissemos que não, pois muitas são as pessoas que pedem orações nesses eventos e logo chegou um rapaz junto com ela falando e chorando muito. Ele veio-nos falar que era aquele rapaz que não podia ouvir ou falar da oração de um ano atrás, logo lembramos dele e da grande graça que tinha sido a oração em sua vida e que naquele dia Deus tinha restaurado-o por completo e que se sentia amado por Deus. Agora pergunto se Deus não fosse amor isso teria acontecido? Seria este rapaz curado se primeiramente não tivesse se sentido amado por Deus? Não! A graça é conseqüência da transformação de nosso ser e do nosso abandono em Cristo, porque maior amor que o dele, que deu sua vida na cruz por cada um de nós não existiu.
Porque então temos medo de nos deixarmos amar por Deus, porque não nos entregamos por completo e deixamos com que ele nos molde da forma que quer sejamos?
Por temos medo do que é novo, do que imprevisível a nós. Medos do que não podemos controlar ou saber como acabará, porque sempre que nos doamos ao incerto não podemos controlar o tempo, nem os sentimentos, muito menos o que irá acontecer conosco, a única certeza que temos nesta vida além da morte é que Deus é amor e nos fez amor para amarmos uns ao outros e assim construirmos um mundo melhor. E porque ele é amor e quer que o amemos com ele nos ama e somente a partir daí dessa entrega do nosso coração a ele é que Deus irá agir por completo em nossa vida.


José Jorge Alves Junior

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Amor Incondicional e Amor Fraterno

Amor Incondicional e Amor Fraterno

Amar é um sentimento lindo, pois quando amamos o outro seja nosso irmão, amigo, pai, mãe. Somos chamados a dar para o outro o que temos de melhor, a ser presença real para o outro.

Amor incondicional é amar o outro na diferença dele e sem querer que ele também te ame do mesmo jeito, e ser verdadeiro irmão para o outro e não importar com defeitos e nem com as diferenças que ele vive amar do jeito que ele é, sem julgamentos e rotulações, é um amor difícil, pois ele nos faz morrer por nossas vontades, mas se começarmos aos poucos logo perceberá que é gratificante e que nos fará bem, é um amor que DEUS nos pede “Amar ao próximo como a ti mesmo”.

Amor fraterno é um amor que trata o outro como verdadeiro irmão, doa - se, todo carinho, ajuda e compreende ao outro com aquele amor que geralmente é nas horas difíceis e alegres está sempre disponível para que o outro precisar. A junção desses dois tipos de amor gera o amor que o Pai pede que vivamos nos dias de hoje com nosso próximo não só com aqueles que convivemos, mas também com os que poucos conhecemos, mas que faz parte de nosso dia – dia e também tenhamos esse amor pelas pessoas que são excluídas da sociedade, as crianças abandonada seja elas em orfanatos ou na rua, os velhinhos do asilo e aqueles que precisam desse amor que na certeza temos sobrando basta vive-lo.

“Amar é arriscar-se não ser amado”

Aline Frederico

sábado, 18 de julho de 2009

Tesouros escondidos

Tesouros escondidos
Deus não priva ninguém dos tesouros de uma amizade

Quem nunca brincou de caça ao tesouro quando criança? Alegres íamos procurar algo escondido, oculto aos nossos olhos infantis, mas que quando achada, trazia a alegria aos nossos corações. Depois de crescidos, continuamos procurando os tesouros que o próprio Deus colocou em nossos caminhos. Não são mais coisas ou somente objetos, mas são pessoas, amigos.
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Diz a Palavra de Deus que quem encontrou um amigo encontrou um tesouro (Eclo 6,14b). Como tesouro que são, os amigos, muitas vezes, estão escondidos pela nossa vida, por isso é preciso um olhar atento de criança para encontrá-los. Deus até poderia deixar essas pessoas bem aos nossos olhos, mas Ele nos desafia a lutar para encontrá-los e perceber o valor que possuem com a alegria da descoberta.

Tesouros são sempre tesouros. Não importa onde estão guardados, eles trazem em si a surpresa de suas riquezas incontáveis. Muitas vezes não estão em baús bonitos ou em lugares de fácil acesso, por isso vão sempre exigir de nós algum sacrifício pessoal para chegar até eles. Mas quando se os alcança, quando nos deixamos conduzir pela santa curiosidade que nos leva a querer desvendar o mistério escondido, não há nada que possa se comparar à tamanha alegria.

Deus não priva ninguém dos tesouros de uma amizade. O que acontece, muitas vezes, é que o tesouro está ao nosso lado por tanto tempo, mas não nos aproximamos, não queremos abri-lo. Esperamos baús reluzentes que atraiam as nossa expectativas, sem nos lembrarmos de que Deus sempre esconde o melhor naquilo que é mais simples.

Como é maravilhoso ter a certeza no coração de que você encontrou um tesouro e que, conduzido pelo Espírito de Deus, deixou-se atrair por aquilo que as pessoas não viam. No entanto, agora tem a linda missão de conhecer todas as grandes riquezas que sempre esperaram que alguém as encontrassem.

Essa é a experiência que eu faço hoje. Encontrei um grande amigo que, na simplicidade do seu coração, traz grandes riquezas que estavam prontas para serem descobertas, mas que as pessoas por tanto tempo não viram. Agora eu tenho a linda missão de não apenas me aprofundar nesse tesouro, mas mostrar aos que não viram antes o que eles ainda são capazes de encontrar.

Amigos são tesouros que ao encontrarmos queremos levar muitos outros a conhecer suas riquezas. Não são nossos, mas Deus nos permitiu encontrá-los para levar outros a experimentarem a grande riqueza dos seus corações. Essa é a missão de um verdadeiro amigo.

Seu tesouro,

Renan Félix
renan@geracaophn.com