sábado, 21 de maio de 2011

Frase do dia!

"Ser jovem é ter uma causa a quem consagrar a própria vida."

Reflexão: Amar: uma opção!


Amar: uma opção!
Por: Jairo Coelho
Publicado no site:http://www.catequisar.com.br


Pra começo de conversa quero dizer que eu sei o que é o amor, mas se alguém me perguntar: o que é o amor? Não saberei responder, porque o amor não se explica, vive-se. Talvez por isso, muitas pessoas até falam ou escrevem bonito sobre o amor, porém, são infelizes.

Quando falo em amor, não estou falando em sentimento, porque o amor é mais que isso, é gesto concreto que se solidifica nas coisas simples do dia-a-dia: num abraço, um aperto de mão, um sorriso, um olhar, numa canção... Enfim, precisamos entender que Deus é amor e por isso mesmo Ele se revela nos detalhes da vida.

É comum, por exemplo, ouvirmos a expressão “EU TE AMO”. Alguns a dizem sem levar em consideração o seu valor, exatamente por desconhecerem o real significado do amor, confundindo-o com paixão, atração, sexo, sentimento, obsessão. Assim, sob a justificativa de que o amor acabou, muitas pessoas se decepcionam, frustram-se, matam ou até se suicidam. “O amor não acaba. Tudo passa, porém, o amor permanece” (1Cor 13,8).

São Paulo revela para nós que o amor é bondade, não tem inveja, não é arrogante, não escandaliza, não é egoísta, não guarda rancor... Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta. Em outras palavras, o amor é um verdadeiro exercício ascético.

É uma opção! Portanto, só saberemos o que é amar a medida que optarmos pelo amor. Mas é preciso está disposto a sofrer e saber transformar esse sofrimento em felicidade. Pois o amor é o maior de todos os sacrifícios: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos” (Jo 14,13). Desta forma, podemos afirmar, também, que a amizade é a plenitude do amor. Quando amamos não temos medo de sofrer, porque temos consciência de que as maiores felicidades são conseqüência dos grandes sofrimentos.

Cada um de nós é responsável pela construção de sua própria história. Não importa o que tenhamos sido ou feito no passado. O importante é recomeçar a cada dia com o propósito de ser e fazer sempre o melhor, lembrando que o segredo dos que triunfam é recomeçar sempre.

Nisto consiste o amor próprio. Não se pode amar o próximo quando não se é capaz de amar a si mesmo. O que já aconteceu não podemos mais mudar, mas podemos escolher o que ser e o que fazer daqui pra frente, somos o que decidimos ser. O que não podemos é sermos reféns de nós mesmos, do nosso passado e até mesmo do nosso futuro.

Não há pior prisão do que a prisão em liberdade. É importante lembrar, ainda, que as quedas são privilégios apenas daqueles que estão a caminho, porque os que estão parados não são capazes ao menos de cair. E que a santidade é resultado de crises superadas. Logo, não temos o direito de nos tornarmos juízes perversos de nós mesmos impondo sobre nossos ombros o pesado fardo da auto-condenação.

A felicidade depende de nós, mas precisamos fazer uma opção radical pelo amor. Não podemos ter medo de amar, porque “Deus nos deu não um espírito de timidez, mas de fortaleza, amor e sabedoria” (II Tim 1,7). A decisão está em nossas mãos.


Musica:Amar Como Jesus Amou

Amar Como Jesus Amou

Padre Zezinho

Um dia uma criança me parou
Olhou-me nos meus olhos a sorrir
Caneta e papel na sua mão
Tarefa escolar para cumprir
E perguntou no meio de um sorriso
O que é preciso para ser feliz?

Amar como Jesus amou
Sonhar como Jesus sonhou
Pensar como Jesus pensou
Viver como Jesus viveu
Sentir o que Jesus sentia
Sorrir como Jesus sorria
E ao chegar ao fim do dia
Eu sei que dormiria muito mais feliz

Ouvindo o que eu falei ela me olhou
E disse que era lindo o que eu falei
Pediu que eu repetisse, por favor
Mas não dissesse tudo de uma vez
E perguntou de novo num sorriso
O que é preciso para ser feliz?

Depois que eu terminei de repetir
Seus olhos não saíram do papel
Toquei no seu rostinho e a sorrir
Pedi que ao transmitir fosse fiel
E ela deu-me um beijo demorado
E ao meu lado foi dizendo assim



sexta-feira, 20 de maio de 2011

Reflexão:Amar com acolhida e maturidade

Amar com acolhida e maturidade

É permitir que o outro seja o que é

Publicado 18 de maio de 2011 pelo site : www.cancaonova.com

Em meio ao mundo exigente e extremamente rápido (corrido…) em que vivemos atualmente, é fato que as pessoas acabam se tornando cada vez mais inclinadas a ser intolerantes, impacientes e propensas a rotular as outras. Sufocados por tantos dilemas e exigências, poucos conseguem ter a devida paciência para com os demais e muitos, se não alcançam respostas imediatas em um relacionamento (nos mais variados âmbitos), acabam desistindo das pessoas que deles buscavam se aproximar.

Descobrir alguém leva tempo. E quando nos tornamos superficiais demais, desistindo facilmente diante do primeiro desencanto, acabamos por perder a feliz oportunidade de descobrir pessoas maravilhosas. Não é porque a pessoa não sorriu como quereríamos ou porque tenha um defeito latente, que temos o direito de encarcerá-la em um rótulo infeliz.

Acredito que todos queiram ser bons e felizes, e todos lutam por isso. Pode ser que não sejam compreendidos assim – ou não se percebam assim -, mas, no fundo, buscam isso. Pode ser que palavras inicialmente ásperas sejam, no fundo, o pedido de socorro de alguém que recebeu pouco amor na vida e que, desesperadamente, pede que o ensinemos a amar.

Pode ser que as atitudes que mais o irritem em alguém sejam a prova do esforço profundo de um coração querendo sinceramente fazer o bem, e que nisso precisa ser estimulado/ensinado, para assim poder revelar suas melhores potencialidades.

Mesmo que o amor que recebamos não seja do jeito tínhamos buscado ou idealizado… mesmo assim é amor. Os gestos e iniciativas de amor que possam soar repugnantes para nós, podem ser o tudo do que o outro pode nos dar no momento. Precisamos aprender a acolher o que as pessoas conseguem oferecer hoje, valorizando o que elas nos oferecem.

Não podemos ser cruéis a ponto de destruir em nós aqueles que não se acomodam aos nossos estereótipos e expectativas infantis.

O verdadeiro amor se expressa em um acolhimento que permite ao outro ser simplesmente o que é, sem precisar representar para nos agradar e, assim, ser aceito. Amar é acolher e buscar compreender (o que não é fácil…). Dessa forma será possível permitir que o outro, neste universo de verdade e liberdade, se revele, expressando o amor como sabe, pois só desse modo este poderá aprender – a partir do amor/acolhida que recebeu – a melhor forma de amar e se ofertar.

Eis o desafio: amar com acolhida e maturidade, sem exigir que o outro se transforme em uma representação fiel do que “estabeleci” como verdade e valor! Assim as pessoas poderão ser, de fato, pessoas ao nosso lado – em vez de coisas –, e na verdade do que recebemos e ofertamos, poderemos também nós nos tornar melhores, sem a exigência desumana de precisarmos nos alienar para ser aceitos.

Diácono Adriano Zandoná
verso.zandona@gmail.com

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Reflexão:O pato e a esponja

O pato e a esponja

É preciso que aprendamos a nos tornar impermeáveis

Publicado pelo site : www.cancaonova.com dia 11/05/2011


Por acaso você já observou o que acontece com os patos quando dão seus mergulhos na lagoa? Eles simplesmente não se molham. Suas penas são cobertas com uma camada de óleo, tornando a ave impermeável. Ele retira cuidadosamente o óleo, da glândula uropigial, com o bico e o espalha por todo o corpo. Se você lavar um pato com detergente, ele se afogará no primeiro mergulho. Mas o pato não é a única ave privilegiada com esta proteção. Praticamente metade das aves possuem a tal glândula.

Ao liderar pessoas difíceis é fundamental desenvolver um mecanismo de proteção parecido com o do pato. De alguma maneira, é preciso que fiquemos “impermeáveis”. O grande erro é deixar que o temperamento difícil de uma pessoa se torne referência para você e para todos ao redor.

Se alguém fala alto demais em seu ambiente de trabalho, não vai demorar muito para que todos comecem a se comunicar aos berros. Será a vitória do erro. É preciso que aprendamos a nos tornar um pouco surdos, mantendo um jeito sereno de falar. Impermeáveis. O silêncio falará mais alto que os gritos, e a serenidade será a referência determinante para aquele ambiente.

O problema é que, além de não sermos "patos", muitas vezes, nos comportamos como verdadeiras "esponjas".


Temos a trágica capacidade de absorver tudo. Se alguém vomita num lugar público, logo buscamos um balde d'água para limpar o lugar. Porque não fazemos o mesmo com as pessoas que vomitam mau humor, inveja e raiva?

Absorver estes sentimentos como uma esponja é tão asqueroso e prejudicial quanto absorver o vômito alheio.

Se pensássemos desta maneira, não ficaríamos com tanta facilidade nos remoendo em ressentimentos. Prestou atenção nesta palavra? Vou repetir "re-sentimento". É sentir de novo o que já fez mal da primeira vez. Recebemos uma ofensa, basta a dor uma vez só. Mas preferimos comentar sobre o fato ressentidamente com alguém, depois com outro e mais outro... Ao final do dia já "re-sentimos" a mesma dor várias vezes. Jogue um balde d'água nessa sujeira! O perdão é o melhor remédio. Seja pato.. não seja esponja.

(Artigo extraído do livro "Como liderar pessoas difíceis").


Padre Joãozinho, SCJ
http://blog.cancaonova.com/padrejoaozinho/
Padre do Sagrado Coração de Jesus (dehoniano), doutor em teologia, diretor da Faculdade Dehoniana em Taubaté (SP) e autor de vários livros e canções. Conheça o blog do Padre Joãozinho

domingo, 15 de maio de 2011

Algo que grita em mim.


Aprendi que se amar no momento presente nossa irmão mais próximo amarmos sem condição e estar unido a ele estarei amando tbm o mundo pq ele é parte deste todo , em nossa pequenez não podemos amar o mundo chegar a todos mas posso sim amar aquele que está do meu lado pois perante Deus somos irmãos mesmos aqueles que negam existência de Deus é nosso irmão, ame, compreenda -o e deixa Cristo ser presença em ti para outro .
Eu quero amar meu próximo e você?

Tamu junto ....
Aline Frederico

domingo, 8 de maio de 2011

Reflexão

"Se muitos entendessem com é bom seguir a Jesus e ter ele como Mestre perderíamos menos tempo tentando procurar coisas que nos complete no mundo.
Pois só Jesus é o caminho a verdade e a vida quem o segue não andará nas trevas!
Perdemos tempo a procura de coisas que não são eternas, procure o belo procure a DEUS cada dia mais .
Quero cada dia amar o que me faz viver o Céu já aqui na terra."

sábado, 7 de maio de 2011

Feliz dias das Mães!


A todos as mães do mundo obrigada , pois seu sim a ser mãe transformou a vida de seus filhos !

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Maio: Mês de Maria


Maio: mês de Maria

É um convite para voltarmos nosso olhar a esta Mãe
Publicada: 04/05/2011 Pelo site: http://www.cancaonova.com


As referências dos Evangelhos e do Atos dos Apóstolos a Maria, Mãe de Jesus, apesar de poucas, deixam ver muito desta privilegiada criatura, escolhida para tão alta missão. São Paulo, na Carta aos Gálatas (4,4), dá a entender claramente que, no pensamento divino de nos enviar o Seu Filho, quando os tempos estivessem maduros, uma Mulher era predestinada a no-Lo dar. Para que se compreenda a presença da Virgem Maria nesta predestinação divina, a Igreja, na festa de 8 de dezembro, aplica à Mãe de Deus aquilo que o livro dos Provérbios (8, 22) diz da sabedoria eterna: "Os abismos não existiam e eu já tinha sido concebida. Nem fontes das águas haviam brotado nem as montanhas se tinham solidificado e eu já fora gerada. Quando se firmavam os céus e se traçava a abóboda por sobre os abismos, lá eu estava junto dele e era seu encanto todos os dias". Era, pois, a predestinada nos planos divinos.

Para se perceber melhor o perfil materno de Nossa Senhora, três passagens bíblicas podem esclarecer isso. A primeira é a das Bodas de Caná, que realça a intercessora. Quando percebeu – o olhar feminino que tudo vê e tudo observa – estar faltando vinho, sussurra no ouvido do Filho sua preocupação e obtém, quase sem pedir, apenas sugerindo, o milagre da transformação da água em generoso vinho. Ela é, de fato, a mãe que se interessa pelos filhos de Deus que são seus filhos.

Outra passagem do Evangelho esclarecedora da personalidade de Maria é a que nos mostra seu silêncio e sua humildade. O anjo a encontra na quietude de sua casa, rezando, para dizer-lhe que fora escolhida por Deus para dar ao mundo o Emanuel, o Salvador. Ela se assusta com a mensagem celeste, porque, na sua humildade, nunca poderia ter pensado em ser escolhida do Altíssimo. Acolhe assim, por vontade divina, a palavra do mensageiro, silenciosamente, sem dizer, nem sequer ao noivo, José, o que nela se realizava. Deus tem o direito de escolher e por isso ela diz apenas o generoso “sim” que a tornou Mãe de Deus.

O terceiro traço de Maria-Mãe é sua corajosa atitude diante do sofrimento. Ao apresentar o seu Jesus no templo, ouve a assustadora profecia do velho Simeão: “Uma espada de dor transpassará a tua alma”. Pouco mais tarde, estreitando ao peito o Menino Jesus, deve fugir para o Egito com o esposo, para que a crueldade de Herodes não atingisse a Criança que – pensava ele, Herodes – lhe poderia roubar o trono. Quando seu Filho tem doze anos, desencontra-se dele e, ao achá-Lo após três dias, queixa-se amorosamente: “Por que fizeste isto? Eu e teu pai te procurávamos, aflitos”. Sua coragem se confirma na Paixão e Crucifixão de Jesus. De pé, ali no Calvário, sofre e associa-se ao sacrifício do Redentor. É a mulher forte, a mãe corajosa e firme, a quem a dor não derruba. De fato, a espada de Simeão lhe atravessara a alma e o coração. É a Senhora das Dores.

Maio, mês dedicado a Nossa Senhora, pela piedade cristã, é um convite para voltarmos nosso olhar a esta Mãe querida para pedir-lhe que abra as mãos maternas em bênção de carinho sobre nossos passos nesta difícil escalada da Jerusalém celeste.

Dom Benedicto de Ulhoa Vieira
Arcebispo Emérito de Uberaba - MG

04/05/2011 - 08h10

Reflexão : As Balinhas

As Balinhas
É engraçado como sentimos uma certa liberdade de falar em voz alta o que queremos, quando pensamos que ao nosso redor ninguém vai entender...
Você já viajou para um país onde as pessoas falam outra língua e não entendem a sua?
Isso pode ser perigoso...
Outro dia em uma de nossas visitas ao hospital aqui na Namíbia...
"De onde a senhora é?" inicio a conversa com uma senhora que estava com uma carinha muito triste e sofrida. Olhava o vazio e parecia muito só e desolada.
"Venho do Norte" responde voltando sua atenção para mim.
"O que aconteceu com a senhora? Qual a razão de estar aqui?" pergunto.
Ela me mostra o braço enfaixado e diz que foi trazida para Windhoek às pressas, pois no Norte o hospital não tinha condições de cuidar dela, precisava ser operada...
Continuamos conversando e ela contou que como veio às pressas não tinha nada e nem ninguém que a visitasse.
Não tinha nem sabonete para tomar banho, roupas para trocar, pasta de dentes, nada, nada. Me senti comovida, pois ela não estava me pedindo nada, estava apensa desabafando...
Como no mesmo quarto tem em média 6 a 8 pessoas, conversamos um pouco mais, oramos por ela e fomos orar pelas outras senhoras do quarto, mas sabia o que ia fazer assim que saísse dali...
Combinei com as outras esposas de pastores que estavam comigo naquele dia, e fomos juntas procurar uma loja próxima, onde poderíamos comprar as coisas básicas para aquela senhora.
Achamos a loja e cada uma foi buscar uma coisa, sabonete, pasta de dentes, escova, creme, roupa interior, etc...
No caminho para o caixa, nossa cestinha já estava lotada de coisas, quando pensei nas outras senhorinhas do quarto, fui então pegando saquinhos de bala e docinhos que poderíamos dar para as outras do quarto. Fiquei com os braços cheios de balas e doces e fui com minhas amigas para a fila pagar...
Ao chegar na fila, uma jovem que estava na minha frente, me dá um sorriso bem caloroso e amigo, fico até surpresa e retribuo.
Para minha surpresa a mesma jovem vira-se para a sua amiga em voz alta e fala em PORTUGUÊS...
"Olha pra essa branca aqui atrás de mim. Por isso que os filhos delas são cheios de dentes podres, devia ter vergonha de estar cheia de doces e balas, não cuida dos filhos e depois reclama..." nisso ela se vira pra mim e me dá outro sorriso daqueles bem amáveis e amigos.
Não perdi tempo, retribuí o sorriso e disse amavelmente... "Com certeza você não imagina que eu também falo Português, por isso no futuro seria bom tomar mais cuidado ao fazer seus comentários e somente para clarificar, eu não tenho filhos e essas balas são presentinhos que vamos dar para algumas senhoras que acabamos de visitar em um hospital".
A jovem deu um grito de incredulidade e disse... "Ai que vergonha!" saiu da fila e foi embora.
A amiga que estava na fila fica conversando comigo... "Olha, foi muito bom que isso tenha acontecido, estou sempre falando para ela não fazer essas coisas, mas ela está sempre fazendo isso. Foi muito bom, quem sabe agora, ela muda..."
Ao lembrar, até dô risada, mas na realidade, isso foi uma lição pra mim também...
Principalmente no que está relacionado aos nossos olhos...
Nem sempre o que vemos é realmente o que aparenta. Tirar conclusões apressadas é algo muito perigoso e pode nos levar a cometer erros graves e até mesmo mágoas em nossos corações.

Devemos tomar cuidado que comentamos, nosso olhar muitas vezes é maldoso olha atitudes do próximo e logo que julga mas lembre-mos só Jesus pode de julgar .
Antes de comentarmos pensemos se nosso comentário vai fazer bem ao outro se não melhor guardamos para nós, sei como é difícil,mas vale a pena desafio a cada um de nós..
Pensemos diante dessa frase: "Que não gostaria que fizesse comigo não faço com outros ."

Tamu junto...

Aline Frederico