"Amar com todo o coração, todas as pessoas que hoje encontrar"
"Seja no mundo a mudança que você quer ver no mundo" Ghandi
" O Amor supera as barreiras e gera em nós força para a cada dia termos esperança que a graça se manifesta a cada momento"
Amor Incondicional e Amor Fraterno
Amar é um sentimento lindo, pois quando amamos o outro seja nosso irmão, amigo, pai, mãe. Somos chamados a dar para o outro o que temos de melhor, a ser presença real para o outro.
Amor incondicional é amar o outro na diferença dele e sem querer que ele também te ame do mesmo jeito, e ser verdadeiro irmão para o outro e não importar com defeitos e nem com as diferenças que ele vive amar do jeito que ele é, sem julgamentos e rotulações, é um amor difícil, pois ele nos faz morrer por nossas vontades, mas se começarmos aos poucos logo perceberá que é gratificante e que nos fará bem, é um amor que DEUS nos pede “Amar ao próximo como a ti mesmo”.
Amor fraterno é um amor que trata o outro como verdadeiro irmão, doa - se, todo carinho, ajuda e compreende ao outro com aquele amor que geralmente é nas horas difíceis e alegres está sempre disponível para que o outro precisar. A junção desses dois tipos de amor gera o amor que o Pai pede que vivamos nos dias de hoje com nosso próximo não só com aqueles que convivemos, mas também com os que poucos conhecemos, mas que faz parte de nosso dia – dia e também tenhamos esse amor pelas pessoas que são excluídas da sociedade, as crianças abandonada seja elas em orfanatos ou na rua, os velhinhos do asilo e aqueles que precisam desse amor que na certeza temos sobrando basta vive-lo.
“Amar é arriscar-se não ser amado”
Temos o dever de preparar a próxima geração
Como pais e educadores cristãos, nossa missão é fazer de nossos filhos discípulos do Senhor, que amem o Mestre e estejam prontos para segui-Lo. Se nos descuidarmos da herança do Senhor nossa luta será em vão.
Como pais e educadores cristãos, devemos preparar a próxima geração para cumprir o propósito de Deus na história, com entendimento e com determinação “Pois como poderei ver o mal que sobrevirá ao meu povo? E como poderei ver a destruição da minha parentela?” (Ester 8:6). “Porque, na verdade, tendo Davi servido à sua própria geração, conforme o desígnio de Deus, adormeceu, foi para junto de seus pais e viu corrupção” (Atos dos Apóstolos 13:36).
Há na Bíblia três instituições reconhecidas com autoridade e outorgadas por Deus: a família, a Igreja e o governo civil. Porém, só aos dois primeiros cabe prover educação “E vós, pais, não provoqueis vossos filhos à ira, mas criai-os na disciplina e na admoestação do Senhor” (Efésios 6, 4); “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo” (Mateus 28, 19), uma vez que o governo civil jamais poderia atuar em nome da família, representando seus valores e objetivos próprios. O Estado traduz o pensamento da coletividade, partindo do princípio de que a maioria está certa.
O que vemos nas escolas de hoje em geral é o desrespeito às autoridades, a falta de disciplina, o desinteresse pelo aprendizado, a irresponsabilidade, a influência de novas filosofias nos temas e nos livros, a baixa qualidade do ensino, a imoralidade, a corrupção, entre outros. Portanto, biblicamente, escola só tem sentido como uma extensão da família, para com ela cooperar em aliança de princípios e propósitos e sob a cobertura espiritual da Igreja. A visão é de famílias unidas com a bênção da Igreja, trabalhando na formação de uma geração consciente de seus valores e responsabilidades, capacitadas para exercer seu ministério na sociedade e cumprir o propósito de Deus. Trata-se de uma aliança estratégica, para garantir a expansão do Reino, mesmo em meio à uma geração perversa e corrupta.
Como pais, como educadores, como Igreja e como cidadãos responsáveis, temos o dever de preparar a próxima geração dando-lhe uma visão e treinando-a para alcançá-la.
Temos que resgatar o valor da criança e a união de gerações: avós, pais e jovens, todos trabalhando juntos no projeto da vida infantil. A criança e o adolescente que encontram um sentido nobre para sua vida não vão desperdiçá-la de maneira desordenada. A separação das gerações tem sido uma poderosa arma de destruição dos valores familiares, expondo os pequenos aos predadores sociais.
Além do mais, é preciso valorizar o caráter na formação do aluno para realidades que são fundamentais: o exemplo e trabalho árduo. Caráter pressupõe uma marca, uma gravação feita a partir de um molde, daí a necessidade de exemplo consistente.
Quanto ao trabalho árduo, a própria história nos ensina que a indolência, a comodidade e a ociosidade levam o homem ao declínio moral e à improdutividade. Quando fugimos da dificuldade, ou privamos nossos filhos da dureza, estamos impactando o desenvolvimento do caráter deles.
A Igreja teria nisso um fator decisivo para apoiar o cumprimento da grande missão: “formar bons cristãos e honestos cidadãos”, fortalecendo as famílias. Trata-se de uma aliança estratégica, na qual cada parceiro (Igreja, Escola e Família) contribui com aquilo que faz melhor, para realizar o propósito de Deus sob a mesma visão do Seu Reino.
Eu estou disposto a formar e a ser formado na escola de Jesus, sabendo que a fé cristã muito mais que acreditar no Senhor é viver a Sua Palavra? O que me falta para atingir o que já sou no coração de Deus? Quero ajuda?
Padre Anderson Marçal